sábado, 15 de janeiro de 2011

Deitaram-se finalmente. Olhos nos olhos. Neles, desejos contidos se entremeavam a pensamentos luxuricos. Aos montes. Era o momento. Beijos, mordidas, carícias eram inevitáveis;entre quatro paredes, tudo vale - pensou ele. Um ardor percorria seus corpos ao mesmo tempo que descobriam incalculáveis prazeres. Ela se entregara. Tinham movimentos sincronizados, como um balé russo. Era a perfeição. Subitamente ela para. O olha nun sorriso cínico e dispara docemente: não estou com vontade; e vira-se decidida. ele atônito, não retruca. apenas deita-se imóvel, fixado no nada, enquanto ela se deliciava com a cena...

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